UMA IGREJA DE FÉ É UMA IGREJA MISSIONÁRIA
Quando a compaixão de Jesus encontra uma
Igreja disposta a ir
“E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas,
pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades.
Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas
como ovelhas que não têm pastor. E, então, se dirigiu a seus discípulos: A
seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao
Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.”
Mateus 9:35-38
O propósito de Deus nunca esteve limitado à construção de templos, à
realização de cultos ou à formação de instituições religiosas. Desde o
princípio, Deus está formando para si um povo, uma grande família de homens e
mulheres transformados à imagem de Cristo e chamados para manifestar sua glória
na terra.
Quando compreendemos esse propósito, missões deixa de ser apenas uma
programação da Igreja e passa a ocupar o lugar que realmente possui: uma
expressão natural da identidade daqueles que foram alcançados pelo Evangelho.
Uma Igreja que recebeu as boas-novas não pode guardá-las apenas para si.
Quem experimentou a graça é chamado a anunciar essa mesma graça. Quem conheceu
Cristo passa a carregar a responsabilidade de torná-lo conhecido.
Por isso, missões não deve ser tratada como um departamento isolado,
destinado exclusivamente a algumas pessoas especialmente vocacionadas. Missões
faz parte da própria natureza da Igreja, porque a Igreja existe também para
participar daquilo que Deus está fazendo entre os povos.
A MISSÃO NASCE NO CORAÇÃO DE DEUS
Quando pensamos em missões, nossa primeira referência não deveria ser um
missionário, uma agência ou uma organização. A missão começa no próprio Deus.
Foi Ele quem tomou a iniciativa de buscar o homem. Foi Ele quem enviou seu
Filho ao mundo.
João 3:16 declara que:
“Deus amou ao mundo de tal
maneira que deu o seu Filho unigênito”.
Portanto, antes de existir uma Igreja missionária, existe um Deus
missionário, um Deus que ama, envia, busca, salva e reconcilia.
Jesus veio ao mundo enviado pelo Pai e, depois, enviou seus discípulos.
Marcos 16:15 registra sua ordem:
“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.”
Essa palavra não é uma sugestão para os mais animados, nem uma opção
para aqueles que possuem uma personalidade aventureira. É uma ordem dada
àqueles que o seguem. Naturalmente, nem todos atravessarão oceanos ou viverão
em outra cultura, mas todo discípulo precisa desenvolver uma consciência
missionária e compreender que foi colocado onde está também para testemunhar de
Cristo.
A missão começa em casa, alcança nossa rua, nosso bairro, nosso ambiente
de trabalho, nossa cidade e, pela ação soberana de Deus, chega até as nações. A
Igreja foi chamada para ir, porque o Evangelho nunca foi destinado a
permanecer restrito às paredes de um templo.
JESUS É O NOSSO MODELO DE MISSÃO
Mateus 9:35-38 nos oferece um retrato extraordinário do coração
missionário de Jesus.
Nesse texto, vemos o Senhor
percorrendo cidades e aldeias, ensinando, pregando, curando, observando as
multidões, sentindo compaixão por elas, despertando seus discípulos para a
grandeza da seara e ensinando-os a orar por trabalhadores. Em poucas palavras,
encontramos um verdadeiro modelo de missão.
Isso é importante porque, às vezes, ficamos tão preocupados em
desenvolver métodos modernos que corremos o risco de perder de vista o modelo
mais importante de todos. Estratégias podem ser úteis, ferramentas podem
facilitar a comunicação e novas tecnologias podem ampliar o alcance da
mensagem, mas o caráter e a prática de Jesus continuam sendo nossa
referência principal.
JESUS IA AO ENCONTRO DAS PESSOAS
Mateus afirma que Jesus “percorria todas as cidades e povoados”.
Há movimento nesse texto. Jesus não permaneceu esperando que as pessoas viessem
até Ele. Encontramo-lo nas aldeias, nas cidades, nas casas, nas estradas, às
margens do mar, entre enfermos, pecadores, pessoas rejeitadas e necessitadas.
Isso confronta a Igreja de hoje. Podemos criar excelentes ambientes para
receber pessoas, e isso é importante, mas a Grande Comissão não diz
simplesmente “esperem que elas venham”. O chamado continua sendo “ide”.
A Igreja se reúne para adorar, aprender, ter comunhão, ser fortalecida e
equipada, mas depois precisa se espalhar novamente pelo mundo como testemunha
de Cristo.
Nosso ambiente profissional pode tornar-se campo missionário. Nossa
vizinhança pode tornar-se campo missionário. Nossa escola, universidade,
família e círculo de relacionamentos podem se tornar lugares onde a presença de
Cristo é manifestada através de nós.
Missões começa quando deixamos de pensar que o campo missionário está
sempre longe e percebemos que Deus já colocou pessoas ao nosso redor.
JESUS UNIA PROCLAMAÇÃO E COMPAIXÃO
O texto diz que Jesus ensinava nas sinagogas, pregava o Evangelho do
Reino e curava enfermidades. Isso nos ensina que a missão de Jesus não era
fragmentada. Ele anunciava a verdade e, ao mesmo tempo, enxergava as
necessidades concretas das pessoas. Proclamação e compaixão caminhavam
juntas.
A Igreja precisa continuar pregando claramente Cristo, arrependimento,
reconciliação, salvação e vida eterna, mas não pode fazer isso com um coração
indiferente às dores humanas. O Evangelho precisa ser anunciado pelos nossos
lábios e demonstrado por nossas atitudes. Somos chamados a proclamar Cristo e,
ao mesmo tempo, servir pessoas, cuidar dos necessitados, acolher os feridos e
manifestar o amor de Deus de maneira prática.
Não podemos substituir o Evangelho por ação social, mas também não
devemos utilizar a pregação do Evangelho como desculpa para ignorar o
sofrimento diante dos nossos olhos.
Jesus anunciava a verdade sem perder a ternura e servia as pessoas sem
diluir a verdade. Esse equilíbrio precisa continuar presente na
Igreja.
MISSÕES COMEÇA QUANDO VOLTAMOS A ENXERGAR PESSOAS
Mateus diz que Jesus, “vendo as multidões, compadeceu-se delas”.
Antes da compaixão, há um detalhe essencial: Jesus viu.
Talvez uma das grandes necessidades da Igreja seja recuperar a
capacidade de enxergar pessoas. Podemos olhar para multidões e ver apenas
números, olhar para uma cidade e enxergar apenas prédios, ou olhar para uma
comunidade e perceber somente seus problemas. Jesus, porém, via pessoas. Via
histórias, dores, necessidades, medos, frustrações e almas que precisavam de
direção.
Mateus descreve aquelas multidões como pessoas “aflitas e exaustas
como ovelhas que não têm pastor”. Essa descrição continua extremamente
atual. Estamos cercados por homens e mulheres conectados digitalmente, mas
profundamente solitários; pessoas com acesso a muita informação, mas sem
direção; famílias quebradas; jovens procurando sentido; gente tentando
preencher vazios interiores com dinheiro, prazer, reconhecimento,
relacionamentos e todo tipo de distração.
A pergunta que precisa nos confrontar é simples: se Jesus está
olhando para essas pessoas com compaixão, nós também estamos?
COMPAIXÃO PRECISA PRODUZIR MOVIMENTO
A compaixão de Jesus nunca era apenas um sentimento. Quando Ele se
compadecia, aproximava-se, tocava, curava, ensinava, alimentava, perdoava e
restaurava. Em João 10:11, Ele declara:
“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.”
Esse é o coração da missão. Não se trata simplesmente de sentir pena
daqueles que estão longe de Deus, mas de permitir que a compaixão nos mova.
Quando realmente passamos a enxergar as pessoas como Jesus enxergava, começamos
a orar por elas, servir, contribuir e procurar oportunidades para anunciar
Cristo. Alguns serão chamados a ir para outros lugares, outros sustentarão,
enviarão e intercederão, mas ninguém que carrega o coração de Cristo deveria
permanecer completamente indiferente.
Missões começa muito antes de uma passagem aérea; começa quando nosso
coração é tocado pela mesma compaixão que movia Jesus.
A SEARA CONTINUA GRANDE
Depois de contemplar as multidões, Jesus volta-se para seus discípulos e
declara:
“A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos.”
É interessante perceber que o problema não era falta de trabalho. O
problema era falta de trabalhadores disponíveis.
A necessidade continua enorme. Há povos que ainda possuem pouco acesso
ao Evangelho, regiões carentes de igrejas bíblicas e saudáveis, cidades e
bairros onde pessoas vivem sem qualquer testemunho cristão consistente. Além
disso, existem campos missionários muito próximos de nós, formados por
famílias, jovens, crianças, profissionais e pessoas que convivem diariamente
conosco e ainda precisam experimentar a realidade do Evangelho.
Não falta seara. Faltam pessoas dispostas a dizer: “Senhor, eis-me
aqui.”
Nem todos receberão o mesmo chamado específico, mas nenhum discípulo
deveria viver sem disposição. Às vezes esperamos uma experiência extraordinária
para começar a servir, quando Jesus já nos deu uma ordem suficientemente clara
para colocarmos nossa vida à disposição de sua missão.
ANTES DE MANDAR IR, JESUS MANDA ORAR
Em Mateus 9:38, Jesus diz:
“Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua
seara.”
Essa palavra nos mostra que missões não nasce apenas de planejamento,
entusiasmo ou estratégia. Missões nasce também da oração.
Precisamos orar pelos povos, pelas nações, pelos missionários, por novas
vocações, por portas abertas, por igrejas, por famílias missionárias, por
recursos e por proteção. Precisamos pedir que Deus levante homens e mulheres e
os envie segundo sua vontade.
Mas existe um detalhe muito interessante: os mesmos discípulos que Jesus
manda orar em Mateus 9 são aqueles que, logo depois, Ele envia em Mateus 10.
Isso significa que nossas orações podem nos colocar diretamente diante da
responsabilidade que estamos apresentando a Deus. Podemos começar dizendo
“Senhor, envia trabalhadores” e descobrir que Ele está respondendo: “Quero
começar enviando você.”
UMA IGREJA MISSIONÁRIA PRECISA OUVIR O ESPÍRITO SANTO
Em Atos 13 encontramos a igreja de Antioquia vivendo uma experiência
marcante. Enquanto os irmãos serviam ao Senhor, jejuavam e buscavam a Deus, o
Espírito Santo disse:
“Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado.”
Essa passagem mostra que a missão da Igreja não deve ser movida apenas
por ansiedade ou ativismo. Precisamos de discernimento espiritual.
Há pessoas que Deus chama para servir em sua própria cidade, outras para
regiões diferentes, algumas para o ministério pastoral, outras para
evangelismo, plantação de igrejas, ensino, projetos transculturais e tantas
outras frentes.
O chamado possui diversidade, mas a direção precisa vir do Senhor.
Uma Igreja missionária precisa ser uma Igreja sensível ao Espírito
Santo, que ora, jejua, discerne, reconhece vocações e envia pessoas com
responsabilidade.
ENVIAR NÃO SIGNIFICA ABANDONAR
Atos 13 continua dizendo que, depois de jejuarem e orarem, os irmãos
impuseram as mãos sobre Barnabé e Saulo e os enviaram. Isso revela que o envio
missionário não era uma decisão individual desconectada da comunidade. Havia
participação da Igreja.
Por isso, missionário enviado não deveria significar missionário
esquecido. A Igreja que envia precisa continuar orando, acompanhando,
encorajando, cuidando, pastoreando e contribuindo. A vida missionária pode
envolver desafios profundos, como adaptação cultural, saudade da família,
dificuldades financeiras, questões com os filhos, solidão, oposição espiritual
e cansaço emocional.
Quando uma Igreja envia alguém para o campo, precisa compreender que
está assumindo também uma responsabilidade com essa pessoa e sua família. Quem
vai precisa saber que existe uma Igreja atrás dele, segurando a corda através
de oração, cuidado e compromisso.
MISSÕES TAMBÉM EXIGE GENEROSIDADE
Paulo escreve em Gálatas 6:6:
“Aquele que está sendo instruído na palavra faça participante de todas
as coisas boas aquele que o instrui.”
Em 1 Coríntios 9:14, ele também afirma que o Senhor ordenou que aqueles
que anunciam o Evangelho vivam do Evangelho.
Esses textos nos lembram de algo extremamente prático: a obra
missionária envolve necessidades reais.
Missionários precisam de alimentação, moradia, transporte, educação para
os filhos, recursos ministeriais, cuidados médicos, deslocamentos e tantas
outras coisas. Não podemos espiritualizar missões a ponto de esquecer que quem
está no campo continua sendo uma pessoa real, com responsabilidades reais.
Uma Igreja que ora por missões também precisa aprender a investir em
missões. Nossos recursos revelam prioridades. Se
dizemos amar a expansão do Evangelho, isso deve aparecer não apenas em nossas
palavras, mas também na maneira como administramos aquilo que Deus colocou em
nossas mãos.
TODOS PODEM PARTICIPAR
Nem todos serão missionários transculturais, e isso precisa ser
reconhecido. Entretanto, todos podem participar da missão. Alguns irão para
lugares distantes, outros contribuirão financeiramente, muitos sustentarão
através da intercessão e todos podem testemunhar de Cristo onde já estão.
O problema começa quando utilizamos a frase “não tenho chamado para
missões” como justificativa para viver uma fé fechada em nós mesmos. Talvez
você não tenha sido chamado para atravessar um oceano, mas certamente pode
atravessar uma rua. Há alguém próximo que precisa ouvir sobre Jesus, e
talvez você seja exatamente a pessoa que Deus deseja usar.
Missões começa com disponibilidade. Começa com a pergunta: “Senhor, como
posso participar daquilo que o Senhor está fazendo?”
UMA IGREJA DE FÉ NÃO VIVE PARA SI MESMA
Uma Igreja pode cair no perigo de concentrar toda sua energia em suas
próprias necessidades, sua estrutura, seus programas, seus projetos e seu
conforto. Quando isso acontece, começa lentamente a perder a perspectiva da
Grande Comissão.
Jesus declarou em Mateus 28:19:
“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações.”
Ao dizer isso, Ele colocou as nações diante dos olhos da Igreja. Não
podemos perder esse horizonte.
Uma Igreja saudável cuida daqueles que estão dentro, mas mantém o olhar
direcionado para aqueles que ainda estão fora. Fortalece seus membros, mas os
prepara para servir. Desenvolve comunhão, mas não transforma comunhão em
isolamento.
A Igreja
não existe apenas para reunir pessoas; ela existe também para enviá-las.
MISSÕES NÃO É APENAS CONVERTER, MAS FORMAR DISCÍPULOS
Outro aspecto fundamental aparece na própria Grande Comissão. Jesus não
disse apenas para conseguirmos decisões. Ele disse: “Fazei discípulos.”
Isso significa que a missão inclui evangelização, mas vai além dela.
Precisamos anunciar o Evangelho, batizar, ensinar, acompanhar, formar caráter,
estabelecer comunidades de fé e ajudar homens e mulheres a aprenderem a
obedecer tudo aquilo que Jesus ordenou.
O alvo missionário não é simplesmente aumentar estatísticas, mas formar
pessoas semelhantes a Cristo. Aqui voltamos ao propósito com o qual
começamos: Deus está formando uma família de muitos filhos transformados à
imagem de Jesus para sua glória.
PRECISAMOS RECUPERAR A URGÊNCIA DA MISSÃO
Talvez uma das perguntas mais sérias para a Igreja seja esta: se
realmente acreditamos que o Evangelho é poder de Deus para salvação e que Jesus
Cristo é o caminho, a verdade e a vida, como essa convicção deveria afetar
nossas prioridades?
Precisamos recuperar a urgência sem cair em ativismo, paixão sem
abandonar sabedoria, trabalho sem negligenciar oração e envio sem
irresponsabilidade. Precisamos anunciar a verdade com amor e depender
profundamente do Espírito Santo.
Mas não podemos permanecer parados. A seara continua grande.
LEVANTE OS OLHOS
Jesus disse em João 4:35:
“Erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa.”
Talvez esse seja o grande chamado para nós hoje: levantar os olhos.
Precisamos olhar além das nossas próprias necessidades, além das paredes
da igreja e além daquilo que ocupa toda a nossa rotina. Existem pessoas,
famílias, cidades, povos e nações que precisam conhecer as boas-novas de Jesus
Cristo.
Por isso, talvez nossa oração deva ser simples: “Senhor, mostra-me
qual é a minha participação na tua missão.” Para alguns, a resposta será
começar a orar com mais intencionalidade. Para outros, começar a contribuir.
Alguns precisarão evangelizar de maneira mais consciente onde já vivem. Outros
talvez sejam chamados a se preparar e ir.
O importante é que estejamos disponíveis.
UMA IGREJA DE FÉ É UMA IGREJA MISSIONÁRIA
Uma Igreja de fé não se limita a acreditar que Deus pode salvar; ela
anuncia com convicção a mensagem pela qual Ele salva. Não fala apenas sobre as
nações, mas intercede por elas. Não admira missionários à distância, mas
participa de seu envio e sustento. Não contempla multidões de maneira
indiferente, mas permite que a mesma compaixão que movia Jesus também molde sua
maneira de enxergar pessoas.
Além disso, uma Igreja de fé não ora apenas para que outros sejam
enviados, mas permanece disponível para ser parte da própria resposta à oração.
Ela compreende que missões não é uma atividade adicional, mas uma manifestação
de obediência ao Senhor da seara.
Que Deus nos livre de uma fé confortável e voltada exclusivamente para
nós mesmos. Que nossos olhos sejam abertos para a seara, que nosso coração
volte a sentir aquilo que Jesus sentia, que nossos joelhos estejam
comprometidos com a intercessão, que nossas mãos aprendam a contribuir e que
nossos filhos cresçam ouvindo que existem povos e nações que precisam conhecer
Cristo.
Enquanto houver alguém que ainda não ouviu, a missão continua.
Enquanto existirem vidas sem Cristo, haverá trabalho a ser realizado. Enquanto
houver campos prontos para a colheita, a Igreja precisará continuar olhando,
orando, enviando e indo.
A seara continua grande, e o chamado de Jesus continua ecoando de
geração em geração:
“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.”
Marcos 16:15
Uma Igreja de fé é uma Igreja missionária.
Deus te abençoe!
Pastor Sérgio Luis

Amados irmãos.Gostei muito do blog,e estou levando o texto:Uma igreja de fé faz missões para postar no blog do grupo que sou associada "Nações por herança".Se quiserem conhecer visite o blog na página da UBE.Graça e paz.Eu volto outras vezes.
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